Infelizmente, quanto mais a idade chega, mais alto é o custo de vida. Se levarmos em consideração que os preços dos planos de saúde e a quantidade de remédios aumentam muito após os 60 anos, percebemos que talvez a aposentadoria não seja suficiente para manter um padrão de vida confortável.

Um boa alternativa seria a Hipoteca reversa, levando em consideração que 4 a cada 5 idosos possuem imóvel próprio e quitado, a pessoa troca o valor real da casa por uma renda mensal e o banco recebe o retorno do investimento quando a pessoa vier a óbito. O idoso abre mão de deixar o imóvel como herança para os descendentes, mas em compensação evita ficar dependente deles durante a velhice.

Como funciona a hipoteca reversa?

É como se o fundo de investimento ou o banco comprassem o imóvel e pagassem uma parcela todo mês. Se acordarem em receber todo o valor em um prazo fixo e o idoso falecer antes, as parcelas serão encaminhadas aos herdeiros. Mas, se o idoso decidir receber as parcelas todo mês até o final da vida, a dívida se encerra no óbito e o banco recebe o imóvel.

Uma jogada de sorte, se viver menos o banco ganha, se viver mais o banco perde, pois será obrigado a continuar pagando, mesmo se já tiver alcançado o valor total na casa. O proprietário vende a casa, mas tem o direito de viver nela até o final da vida ou por tempo pré-determinado com o “comprador”. A hipoteca reversa pode alavancar o consumo dos idosos, um impacto econômico significativo para o país.

Parte da riqueza financeira do idoso está no imóvel que vive, mas ficam impossibilitados de adquirir conforto consumindo o que necessita e passam a depender dos filhos para não precisar vender a casa. Sendo assim, a hipoteca reversa possibilita transformar o imóvel em renda e possibilita uma vida mais confortável.

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