A Caixa Econômica Federal vem trabalhando com novas medidas para o setor imobiliário. Fique por dentro de todas elas.

A Caixa Econômica Federal tem novas medidas para o setor imobiliário que passaram a valer no dia 13 de Abril tanto para pessoas físicas quanto para construtoras. Depois de já ter anunciado a liberação de 111 bilhões em novas linhas de créditos, as novas medidas vêm auxiliar ainda mais o setor. São relativas à carência para novos financiamentos, aumento do tempo de pausa nos contratos e renegociação de dívidas dos contratos antigos. Essa é mais uma medida para conter as baixas na economia devido à crise gerada pela pandemia do coronavírus.

Pessoas físicas, o que muda?

Para as pessoas físicas, as novas medidas dizem respeito a:

  • Pausa de 90 dias no financiamento habitacional (clientes com pagamentos em dia ou com no máximo dois meses de atraso) e caso a crise se agrave, poderá ser prorrogado por mais tempo;

 

  • Os clientes que usam o FGTS para pagar as parcelas do financiamento podem pedir por 90 dias a interrupção do pagamento da parte não coberta da prestação;

 

  • Caso o cliente continue pagando as parcelas do seu financiamento, pode optar pela redução do valor por 90 dias.

 

  • Financiamentos imobiliários novos, o banco oferece 6 meses de carência.

 

  • Para as construções individuais financiadas pela Caixa, será permitida a liberação antecipada de duas parcelas, sem a vistoria.

 

  • Ainda há a possibilidade de renegociação de contratos com clientes em atraso entre 61 e 180 dias, sendo permitida a pausa ou pagamento parcial das prestações.

 

Alterações para pessoas jurídicas

 

 

  • Antecipação de até 20% dos recursos do financiamento à produção dos novos empreendimentos;

 

 

 

  • Pausa no contrato de financiamento à produção por 90 dias para construtoras adimplentes ou em até duas parcelas em atraso, ou então realizar o pagamento parcial, incluindo os contratos em obra;

 

 

 

  • Prorrogação por até 180 dias do início das obras ou a prorrogação de carência para as obras concluídas e em fase de amortização;

 

 

 

  • Reformulação de cronogramas de obra, nos casos de contingência de obras ocasionadas pela pandemia;

 

 

  • Antecipação da liberação dos recursos correspondentes há até 3 meses, limitado a 10% do custo financiado, para obras em andamento e sem atrasos no cronograma;

 

  • Liberação de recursos de financiamento à produção não utilizados pela empresa nos meses anteriores, limitado a 10% do custo financiado.

 

  • Ampliação dos vencimentos de laudos e avaliações.

  Com todas essas medidas, estima-se um total de R$ 43 bilhões de reais em recursos para o mercado imobiliário e segundo o presidente da Caixa, essas medidas visam beneficiar mais de 5,5 milhões de famílias e preservar em média 1,2 milhões de empregos, já que as construtoras no ato das renegociações dos contratos têm o compromisso de não demitir os funcionários.

São diversos pontos reformulados e contar com a assessoria de um advogado especialista em direito imobiliário sem dúvida deixará tudo muito mais esclarecido. Se você tem um projeto em andamento ou pensando em contar com o financiamento da caixa, entre em contato conosco em caso de dúvidas através do WhatsApp (19) 99951-2096 ou clicando em http://bit.ly/2MV35D8.